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4 de abril de 2016
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O auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estava cheio no 1º Simpósio Desafios da Socioeducação, que ocorreu na última sexta-feira (18), cujo tema central era a Responsabilização e Integração Social de Adolescentes Autores de Atos Infracionais. O evento contou com quatro painéis expositivos, com espaço para perguntas, com mesas compostas por atores importantes na legitimação das atuações envolvendo políticas socioeducativas.

Luiz Eduardo Soares, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), antropólogo, cientista político e especialista em segurança pública abriu a manhã de palestras discorrendo a respeito do tema “A adolescência da punição”. Esther Arantes, professora do Departamento de Psicologia da PUC-Rio e também professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERF), centrou sua fala no tema “Quando a adolescência interroga a socieducação: percepção da adolescência e juventude pelos operadores do sistema de atendimento socieducativo”. Ester é pesquisadora nas áreas da história da assistência à infância no Brasil e das políticas públicas voltadas para o tema.

A mesa também foi composta por Maria Cristina Gonçalves Vicentin, professora do Programa de Pós Graduação em Psicologia Social da PUC-SP, especialista em Análise Institucional atuando nos âmbitos da reforma em saúde mental e dos direitos da infância e adolescência.

No período da tarde, o primeiro painel foi composto por Afonso Armando Konzen, professor e coordenador do curso de Pós Graduação em Direito da Criança e do Adolescente da Faculdade de Direito Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Junto de Konzen estava Cláudio Augusto Vieira, coordenador-executivo do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).  Juntos, eles falaram dos desafios da gestão e do atendimento socieducativo e defenderam suas interações e intersetorialidades.

Ao final, o promotor Márcio Rogério de Oliveira,em nome das comissões constituintes do Fórum, agradeceu a participação dos envolvidos e de forma complacente, parabenizou a todos pela participação nas discussões. “Acertamos a busca e estamos felizes com nossas escolhas. É isso que buscamos, sentimentos que nos ajudam a conduzir nosso agir em relação aos princípios socieducativos. Obrigado!” finalizou Márcio.

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